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Procrastinar em redes sociais pode aumentar os níveis de ansiedade de estudantes

Estudo científico verificou que estudantes que ignoram tarefas importantes (como uma prova), procrastinando em redes sociais, apresentam maiores níveis de ansiedade.


Hoje em dia, o uso de redes sociais está literalmente na palma da mão dos seres humanos. As redes, utilizadas como passatempo e para fins de entretenimento e conexão, têm mudado a maneira com a qual os seres humano se relacionam com outras pessoas e com a tecnologia.


Uma das coisas que o fácil acesso às redes sociais permite é um meio rápido e acessível para a procrastinação. Conscientes desse fato, pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, investigaram as relações entre estudantes e redes sociais em dois estudos, publicados na revista científica Computers in Human Behavior.


Os resultados demonstraram que, em ambos os estudos, estudantes que procrastinavam no Facebook, ignorando tarefas importantes (como provas, por exemplo), apresentaram maiores níveis de ansiedade do que estudantes que não procrastinavam.


Essa é mais uma pesquisa científica que sugere que o mau uso de redes sociais pode ser prejudicial para a saúde mental humana.



Estudo original:


Sternberg, N., Luria, R., Chandhok, S., Vickers, B., Kross, E., & Sheppes, G. (2020). When facebook and finals collide-procrastinatory social media usage predicts enhanced anxiety. Computers in Human Behavior, 106358. doi: https://doi.org/10.1016/j.chb.2020.106358

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Psicologia e Neurociências, por Pedro Calabrez

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