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12 Maneiras de melhorar a capacidade do seu cérebro e pensamento

O que podemos fazer para melhorar a capacidade do nosso cérebro e do nosso pensamento?



Possuir um cérebro humano é um grande privilégio. O cérebro humano é uma máquina capaz de apreciar a si mesma, e buscar construir caminhos que transformem a vida no futuro, aprimorando e melhorando nossa existência.

O que podemos fazer para utilizar nosso cérebro da melhor forma? Como podemos melhorar a capacidade dos nossos cérebros, e por consequência aprimorar nosso pensamento? O Prof. Pedro Calabrez essas questões em nosso novo vídeo no canal NeuroVox. Assista ao vídeo abaixo, ou clicando aqui. Abaixo você encontra, também, as referências e recomendações de leitura para o vídeo.


Referências e Recomendações de Leitura:


1) Sobre a circuitaria cerebral de medo, e intervenções para extinguir o medo. Esta revisão mostra que as intervenções para eliminar o medo são justamente baseadas na exposição àquilo de que se tem medo:

Milad, M. R., Rosenbaum, B. L., & Simon, N. M. (2014). Neuroscience of fear extinction: implications for assessment and treatment of fear-based and anxiety related disorders. Behaviour research and therapy, 62, 17-23.

2) Não usamos apenas 10% do cérebro:

https://youtu.be/LqI6YiwKrVY

3) Hipótese de que a computação cerebral é anaógico-digital:

Cicurel, R., & Nicolelis, M. A. (2015). The Relativistic Brain: How it Works and why it Cannot by Simulated by a Turing Machine. Kios Press.

4) Hipótese de que a computação cerebral tem elementos de computação quântica:

https://www.sciencealert.com/are-we-all-quantum-computers-with-quantum-brains

Pothos, E. M., & Busemeyer, J. R. (2013). Can quantum probability provide a new direction for cognitive modeling?. Behavioral and Brain Sciences, 36(3), 255-274.

5) Hipótese de que o cérebro não é um computador quântico, e a computação quântica não ajuda a explicar o funcionamento cerebral:

Litt, A., Eliasmith, C., Kroon, F. W., Weinstein, S., & Thagard, P. (2006). Is the brain a quantum computer?. Cognitive Science, 30(3), 593-603.

6) Hipótese de que o cérebro não é sequer um computador, e a memória não é como o HD de um computador:

https://aeon.co/essays/your-brain-does-not-process-information-and-it-is-not-a-computer

7) Processos inconscientes representam 99% da computação cerebral:

Hassin, R. R., Uleman, J. S., & Bargh, J. A. (Eds.). (2004). The new unconscious. Oxford University Press.

8) O cérebro se torna melhor naquilo que repete; podas sinápticas; cérebros de experts utilizam menos circuitos cerebrais e energias do que cérebros de novatos:

Eagleman, D. (2017). Cérebro: Uma Biografia. Rio de Janeiro: Rocco.

9) Fofoca é natural:

Dunbar, R., & Dunbar, R. I. M. (1998). Grooming, gossip, and the evolution of language. Harvard University Press.

10) Sobre os tipos de atenção, este livro sobre a neurociência da mágica (ilusionismo) explica os processos atencionais de forma agradável e simples:

Macknik, S., Martinez-Conde, S., & Blakeslee, S. (2011). Truques da mente: O que a mágica revela sobre o nosso cérebro. Rio de Janeiro: Zahar.

11) Redes sociais ativam circuitos de recompensa:

http://sitn.hms.harvard.edu/flash/2018/dopamine-smartphones-battle-time/

12) Não se compare com os outros:

https://youtu.be/zSev8ErGC5M

13) Seja firme, diga não:

https://youtu.be/Ut9Jw6N-hpM

14) Como manter seu cérebro jovem e saudável?:

https://youtu.be/hdS_A3PJ1XI

15) Ensinar é a melhor forma de aprender:

Vygotsy, L. (2004). A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes.

16) O pensamento humano é em grande parte linguístico:

Pinker, S., & Ravagnani, F. (2008). Do que é feito o pensamento: a língua como janela para a natureza humana. Editora Companhia das Letras.

17) O cérebro humano é social, e nós somos influenciados pelas pessoas que escolhemos ter ao nosso redor:

Lieberman, M. (2014). Social: Why Our Brains Are Wired to Connect. New York: Broadway Books, 2014


18) Sobre heteronomia e autonomia intelectual, esta é uma excelente reflexão (com enfoque nos campos da moral e ética):

de La Taille, Y. (2006). Moral e Ética: Dimensões Intelectuais e Afetivas. Porto Alegre: Artmed.

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Psicologia e Neurociências, por Pedro Calabrez

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