• Equipe NeuroVox

Como enfrentar o isolamento

Quais comportamentos podem ser adotados para enfrentar o isolamento sem perder a cabeça, a saúde mental, e a produtividade?



As principais agências e organizações de saúde mundiais, orientadas pelas autoridades científicas em epidemiologia, continuam recomendando o isolamento social a todos que tiverem a oportunidade e o privilégio de mantê-lo. Essa é, também, a orientação do Ministério da Saúde do Brasil.


No entanto, como já dito em uma publicação anterior da NeuroVox, o isolamento traz sérios problemas para a saúde mental humana. Tendo em vista esse impacto negativo, quais comportamentos podem ser adotados para evitar os males do isolamento? O que podemos fazer para manter nossa saúde mental e produtividade durante esse difícil período?


Neste novo vídeo do canal NeuroVox, o Prof. Pedro Calabrez traz dez comportamentos essenciais a todos aqueles que desejam passar pelo período de isolamento sem perder a cabeça e a produtividade. Assista ao vídeo abaixo, ou clicando aqui. Abaixo você encontra, também, as referências e recomendações de leitura para o vídeo.



Referências e Recomendações de Leitura:


1) As principais autoridades científicas recomendam o isolamento social em Abril de 2020:

https://www.youtube.com/watch?v=2DAIe1SlLMo


https://www.youtube.com/watch?v=Tvd93R7m42o


2) Mais da metade dos chineses que passaram pelo período de isolamento sofrem com problemas psicológicos moderados a graves:

Wang, C., Pan, R., Wan, X., Tan, Y., Xu, L., Ho, C. S., & Ho, R. C. (2020). Immediate psychological responses and associated factors during the initial stage of the 2019 epidemic among the general population in china.International Journal of Environmental Research and Public Health,17(5), 1729.


3) Sinais inconscientes influenciam humor, disposição e comportamento:

Mlodinow, L. (2013).Subliminar: como o inconsciente influencia nossas vidas. Editora Schwarcz-Companhia das Letras.


4) Importância da rotina para a saúde mental:

Lyall, L. M., Wyse, C. A., Graham, N., Ferguson, A., Lyall, D. M., Cullen, B., ... & Strawbridge, R. J. (2018). Association of disrupted circadian rhythmicity with mood disorders, subjective wellbeing, and cognitive function: a cross-sectional study of 91 105 participants from the UK Biobank. The Lancet Psychiatry, 5(6), 507-514.


5) Alimentação, inflamação e saúde mental:

Kaplan, B. J., Rucklidge, J. J., Romijn, A., & McLeod, K. (2015). The emerging field of nutritional mental health: Inflammation, the microbiome, oxidative stress, and mitochondrial function. Clinical Psychological Science, 3(6), 964-980.


Rosenblat, J. D., Cha, D. S., Mansur, R. B., & McIntyre, R. S. (2014). Inflamed moods: a review of the interactions between inflammation and mood disorders.Progress in Neuro-Psychopharmacology and Biological Psychiatry,53, 23-34.


Ferreira, S. T., Melo, H. M., & Santos, L. E. (2019). Diet-derived fatty acids, brain inflammation and mental health.Frontiers in neuroscience,13, 265.


6) A ligação entre dores físicas e emocionais:

Eisenberger, N. I., & Lieberman, M. D. (2004). Why rejection hurts: a common neural alarm system for physical and social pain.Trends in cognitive sciences,8(7), 294-300.


Eisenberger, N. I., & Lieberman, M. D. (2005). Why it hurts to be left out: The neurocognitive overlap between physical and social pain.The social outcast: Ostracism, social exclusion, rejection, and bullying,109, 130.


7) Atividade física e saúde mental:

Penedo, F. J., & Dahn, J. R. (2005). Exercise and well-being: a review of mental and physical health benefits associated with physical activity.Current opinion in psychiatry,18(2), 189-193.


8) Viés de negatividade:

Rozin, P., & Royzman, E. B. (2001). Negativity bias, negativity dominance, and contagion.Personality and social psychology review,5(4), 296-320.

9) Gratidão, bem-estar, exercício das 3 bênçãos:

Seligman ME, Rashid T, Parks AC. Positive psychotherapy. American psychologist. 2006 Nov;61(8):774.


Seligman, M. (2006). Florescer. Rio de Janeiro: Objetiva.


Emmons RA, McCullough ME. Counting blessings versus burdens: an experimental investigation of gratitude and subjective well-being in daily life. Journal of personality and social psychology. 2003 Feb;84(2):377.


Watkins PC, Woodward K, Stone T, Kolts RL. Gratitude and happiness: Development of a measure of gratitude, and relationships with subjective well-being. Social Behavior and Personality: an international journal. 2003 Jan 1;31(5):431-51..


10) Mães que leem para os filhos melhoras as habilidades de vocabulário da criança:

https://www.neurovox.news/post/ler-para-os-filhos


11) Criatividade e saúde mental:

Flood, M., & Phillips, K. D. (2007). Creativity in older adults: A plethora of possibilities.Issues in Mental Health Nursing,28(4), 389-411.


Cohen, G. (2006). Research on creativity and aging: The positive impact of the arts on health and illness. Generations, 30(1), 7-15.


Penman, D., Philips, D., & Linnington, L. (1999).Writing well: Creative writing and mental health. Jessica Kingsley Publishers.


12) Fazer coisas com a mente vagueando (pensando sobre outras coisas) tem grandes chances de te fazer infeliz:

Killingsworth, M. A., & Gilbert, D. T. (2010). A wandering mind is an unhappy mind. Science, 330(6006), 932-932..

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Psicologia e Neurociências, por Pedro Calabrez

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